quarta-feira, 11 de junho de 2014

Inmetro estabelece normas de segurança para peças e acessórios veiculares.


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Portaria 301, publicada no Diário Oficial, estabelece requisitos mínimos de segurança para produtos e integra o Programa de Certificação Compulsória de Componentes Automotivos

O Inmetro publicou no Diário Oficial da União a portaria 301, que estabelece os requisitos mínimos de segurança para peças e acessórios automotivos. A medida foi editada no dia 21 de julho e integra oPrograma de Certificação Compulsória de Componentes Automotivos. De acordo com a portaria, os fabricantes e importadores terão até janeiro de 2013 para adequar seus produtos às novas normas. O comércio, por sua vez, terá até julho de 2014 para disponibilizar no varejo os itens que atendam as novas determinações.

O grande potencial de risco de acidentes, por conta do não atendimento aos requisitos mínimos de segurança, foi o principal motivo para que o Inmetro decidisse dar início a um programa para avaliar a qualidade das autopeças. Pesou também na decisão um pedido do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), representante dos fabricantes de autopeças no país. A obrigatoriedade deverá inibir o comércio ilegal de peças e acessórios falsificados.


portaria contempla sete componentes automotivos: amortecedores da suspensão, bombas elétricas de combustível para motores do ciclo otto, buzinas ou equipamentos similares utilizados em veículos rodoviários automotores, pistões de liga leve de alumínio, pinos e anéis de trava (retenção), anéis de pistão, bronzinas e lâmpadas para veículos automotivos, destinados ao mercado de reposição. Vidros de segurança de para-brisas (temperado e laminado), pneus e rodas automotivas já são produtos regulamentados.

"O objetivo é tornar obrigatório o atendimento a requisitos mínimos de segurança para as autopeças usadas no mercado de reposição, já que as utilizadas nos veículos novos são submetidas a um processo de qualificação dos fornecedores, feito pelas montadoras", declara em nota diretor de qualidade do Inmetro, Alfredo Lobo.

De acordo com o Inmetro, a medida, apesar de novidade no Brasil, já é uma realidade em países como União Europeia, Estados Unidos e Austrália. Atualmente, segundo o Sindipeças, a indústria brasileira de fabricação de autopeças exporta para mais de 60 países e é considerada a sétima em volume de negócios no país. O Inmetro se baseou nas normas americanas e europeias de certificação de autopeças para elaborar a versão brasileira da obrigatoriedade.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Saiba o que diz a lei sobre cada categoria de carteira de habilitação


As determinações levam em conta a alteração do Art. 143 da Lei nº 9.503 do Código Nacional de Trânsito de 1997, publicada no Diário Oficial da União de 22 de julho de 2011

O Código Nacional de Trânsito traz determinações para cada categoria de Carteira Nacional de Habilitação que especificam limites como peso, número de rodas e lugares e a utilização dos veículos. A legislação foi introduzida em 1997 e recebeu uma alteração no seu Artigo 143, publicada no Diário Oficial da União de 22 de julho de 2011. Confira a seguir as determinações da lei com a nova redação do Art. 143 para todas as categorias de CNH.
"Art. 143. Os candidatos poderão habilitar-se nas categorias de A a E, obedecida a seguinte gradação:

I - Categoria A - condutor de veículo motorizado de duas ou três rodas, com ou sem carro lateral;
II - Categoria B - condutor de veículo motorizado, não abrangido pela categoria A, cujo peso bruto total não exceda a três mil e quinhentos quilogramas e cuja lotação não exceda a oito lugares, excluído o do motorista;
III - Categoria C - condutor de veículo motorizado utilizado em transporte de carga, cujo peso bruto total exceda a três mil e quinhentos quilogramas;

IV - Categoria D - condutor de veículo motorizado utilizado no transporte de passageiros, cuja lotação exceda a oito lugares, excluído o do motorista;
V - Categoria E - condutor de combinação de veículos em que a unidade tratora se enquadre nas categorias B, C ou D e cuja unidade acoplada, reboque, semirreboque, trailer ou articulada tenha 6.000 kg (seis mil quilogramas) ou mais de peso bruto total, ou cuja lotação exceda a 8 (oito) lugares. (Redação dada pela Lei nº 12.452, de 2011)
§ 1º Para habilitar-se na categoria C, o condutor deverá estar habilitado no mínimo há um ano na categoria B e não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias, durante os últimos doze meses.

§ 2º São os condutores da categoria B autorizados a conduzir veículo automotor da espécie motor-casa, definida nos termos do Anexo I deste Código, cujo peso não exceda a 6.000 kg (seis mil quilogramas), ou cuja lotação não exceda a 8 (oito) lugares, excluído o do motorista. (Incluído pela Lei nº 12.452, de 2011).

§ 3º Aplica-se o disposto no inciso V ao condutor da combinação de veículos com mais de uma unidade tracionada, independentemente da capacidade de tração ou do peso bruto total.(Renumerado pela Lei nº 12.452, de 2011)."

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Escolher oficina exige pesquisa de referência.

Indicação de amigos e consulta a órgãos de defesa do consumidor podem evitar problemas

Escolher uma oficina mecânica pode ser uma dor de cabeça. Para evitar problemas, reunir informações prévias é a principal dica dos serviços de defesa do direito do consumidor. As fontes dessa informação variam, mas em todos os casos exigem uma pesquisa feita com atenção..
A pesquisa na base de dados do Procon local é outra dica. Por telefone, o consumidor verifica se há reclamações contra a oficina. Sites independentes na internet, como o Reclame Aqui, também servem de fonte de informação.
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC) sugere, quando há tempo, visitar mais de uma mecânica, para comparar as avaliações do problema e os valores do serviço. A longo prazo, ter mais de uma empresa de confiança também é uma boa ideia.


GARANTIA DE FÁBRICA EXIGE VISITA A AUTORIZADA

A coordenadora institucional da associação de consumidores Proteste, Maria Inês Dolci, lembra que, se o veículo ainda estiver na garantia, a oficina escolhida deve estar entre as autorizadas da montadora. Mesmo que o prazo já tenha passado, encontrar indicações de empresas nos sites das fabricantes é uma sugestão para facilitar a busca.
"É importante visitar o local também, ver as instalações e conversar com os profissionais, para tentar avaliar sua qualificação", complementa.
Quem tem seguro tem a facilidade de chamar o guincho e usar um dos estabelecimentos incluídos na apólice. Nesse caso, esclarece Maria Inês, a seguradora fica responsável por possíveis problemas em decorrência do serviço prestado pela oficina conveniada.

ORÇAMENTO

-Indica o problema identificado e a solução, peças a serem trocadas e riscos se não houver conserto. Também tempo para conclusão do serviço, caso contratado.
-Deve-se questionar se o orçamento é gratuito e em quanto tempo fica pronto.
-Quando possível, deve-se comparar orçamentos e ver se problemas identificados coincidem.
-As peças devem ser novas. O uso de recondicionadas deve ser indicado e autorizado antes.

ORDEM DE SERVIÇO


-Descreve as peças trocadas e os serviços efetuados.
-Na contratação do serviço, cliente deve exigir documento com detalhes do carro, incluindo quilometragem, marca, modelo e chassis, além de valores de cada peça e da mão de obra orçados.

NOTA FISCAL


-Deve acompanhar a ordem de serviço, após a execução do conserto, para certificar as peças novas. Caso haja problemas, é o documento que vale como garantia.

PROBLEMAS POSTERIORES


-Se houver necessidade de trocas de peças e/ou de serviços que não estavam no orçamento, é preciso consultar o cliente antes.
-Sem consulta, o cliente não precisa pagar. A empresa é obrigada a retirar as peças sem custo extra.
-Se o problema persistir, oficina deve refazer o serviço de graça.
-A garantia mínima, para o Proteste, é de 30 dias. O IDEC entende que o período é de três meses. Para o Procon-PR, o tempo depende de cada produto. Por isso procure a PROVIDENCE AUTO CENTER......aqui o serviço é garantido.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Andar pouco com o carro gera mais custos de manutenção.


Óleo e combustível velhos, falta de lubrificação e excesso de umidade estão entre os problemas citados

Comprar um seminovo que rodou pouco em muito tempo parece um bom negócio, mas pode acabar virando dor de cabeça. Carros que andam pouco exigem mais manutenção e tendem a ter mais problemas em itens como motor, bateria e pneus, segundo informações do G1.
Quando o veículo só anda pequenas distâncias - menos que dez quilômetros ou 20 minutos -, o motor não esquenta o suficiente e não há a devida lubrificação das peças, explica Ismar Leger da PROVIDENCE AUTO CENTER. O ideal é ligar o carro por pelo menos um terço de hora para evitar o desgaste dos itens. Sobre lubrificação, o alerta é que o óleo vence mais rápido, devendo ser trocado no prazo descrito pelo fabricante, e não só quando a quilometragem for atingida.

A gasolina também envelhece, por isso é recomendável não encher o
tanque quando se pretende usar pouco o carro. O derivado de petróleo
começa a perder as características depois de um mês parado e pode causar entupimentos nos bicos injetores, no filtro e na boia, por exemplo. O álcool dura um pouco mais, mas sofre do mesmo problema. A dica é abastecer combustível suficiente para uma semana.
No caso do "tanquinho" dos carros flex, onde vai a gasolina para partida a frio, é importante lembrar que ele só é usado em temperaturas abaixo de 18 graus centígrados. Se esta é a média da cidade, vale encher o tanque. Se não, só até a metade já está bom. No verão, quase nada é suficiente.

Bateria, ar-condicionado e escapamento 


Carro parado também consome bateria: itens como som, DVD, alarme e outros que ficam com o LED aceso mesmo quando o motor está desligado podem levar à descarga em período de uma a duas semanas. Desligar a bateria pode evitar esse consumo e eventuais problemas decorrentes dele.

O escapamento e o ar-condicionado dos veículos que rodam pouco sofrem do mesmo problema: acúmulo de água. No caso do cano de descarga, o líquido está no combustível - no álcool, especificamente, que no Brasil faz parte da composição da gasolina - e, quando se deposita, pode gerar corrosões e furos. A manutenção frequente é a dica para prevenir situações.

Já no ar-condicionado, a umidade está nos dutos de ventilação interna, o que pode levar ao desenvolvimento de fungos e consequente cheiro ruim. A indicação de Marum é desligar o ar frio e ligar o ar quente, logo antes de chegar em casa, para secar os canos. Trocar os filtros também ajuda.
lista de itens que sofrem desgaste quando o carro não sai muito da garagem ainda inclui os pneus. A cinta de metal, que fica na parte de dentro do artigo e lhe confere resistência, pode acabar deformando na rodagem e gerando o chamado "pneu quebrado", quando o formato não é redondo como deveria. Para evitar esse problema, é importante fazer a calibragem sempre antes de sair com o veículo.


Custo extra e inspeção veicular 

Além dos estragos já citados, os itens tendem a necessitar de manutenção antes do prazo regular, de quem usa o carro todos os dias. O chefe da oficina, Ismar Leger, estima que o custo da revisão fique entre 30 e 40 porcento mais caros. E não adianta querer economizar nesta parte: itens comprometidos pela baixa rodagem podem fazer o carro ser reprovado na inspeção veicular.



quinta-feira, 5 de junho de 2014

Descubra os riscos de realizar a lavagem do motor.



Confira dicas da PROVIDENCE AUTO CENTER para garantir o bom funcionamento do motor do seu carro

Lavar o carro está entre os hábitos necessários para a preservação das boas condições da parte externa do veículo. Porém, quando a ação é extendida para a parte interna do carro, todo cuidado é pouco. Segundo informações divulgadas pela PROVIDENCE AUTO CENTER, a prática de lavagem do motor não é recomendada. “É como se você, ao tomar banho, quisesse lavar também o seu coração e os pulmões”, diz o informativo oficial divulgado pelo Centro.

O uso de produtos químicos e jatos de água de alta pressão podem danificar o sistema, provocando a dobra das lâminas do radiador, e assim a obstrução do fluxo de ar, pó que prejudicaria diretamente o arrefecimento do motor.
Além disso, os veículos atuais possuem diversos conectores elétricos de sensores e atuadores do sistema de injeção eletrônica, que podem acumular água, provocando o mau contato e a oxidação interna do conector, influenciando em seu funcionamento.


Jamais:

- Permita que esguichem água nos cabos de vela ou nas bobinas de ignição. Isso pode causar fuga de corrente ao longo do cabo e do conector de vela.

- Utilize agentes químicos para limpeza, mais conhecidos como limpa-baú. Tais soluções alcalinas podem provocar reações e ressecamento em retentores do motor, mangueiras, correias e borrachas, além de oxidarem metais e conectores.

Solução ideal


Caso seja realmente necessário realizar a limpeza, o ideal é usar um pano úmido e, em seguida, um pano seco para remover as sujeiras.



terça-feira, 3 de junho de 2014

MOTORES V8: Eles são cultuados por uma geração secular.




Motores V8 soam como música para os amantes. Emitem um som grave, que fica gravado na memória. Contrário aos efêmeros hits descartáveis, está há oito décadas nas paradas de sucesso. Sobretudo nos Estados Unidos, onde o V8 se popularizou, transcendeu a mecânica e tornou-se um dos símbolos da cultura automotiva daquele país.

Em 1915, a Cadillac levou o V8 aos automóveis pela primeira vez. Ele chega aos 97 anos com um corpanzil de fazer inveja: sob o capô do Mustang Shelby 1000, lançado para homenagear o construtor Caroll Shelby, borbulham 963 cv. Isso na versão de rua, pois o motor de pista vai aos 1 115 cv.

A identificação V8 refere-se à disposição dos cilindros no bloco do motor. A receita tradicional é a de duas bancadas de quatro cilindros dispostos em ângulo de 90 graus, formação que origina o termo "V". A configuração resolvia alguns problemas que os engenheiros enfrentavam conforme o mundo exigia automóveis cada vez mais velozes. Habituados ao padrão de quatro cilindros, a solução para elevar o torque era aumentar o diâmetro dos pistões, com o efeito colateral de reduzir o giro do motor. Resolvia a questão da força, mas não atendia aos anseios do público por velocidade. O jeito foi aumentar a quantidade de cilindros conectados ao virabrequim.

Desde que a Cadillac lançou seu V8, os 70 cv originais aumentaram paulatinamente, acompanhando o crescimento econômico do país, depois de uma grave crise. A Ford foi responsável por levar o V8 ao grande público, a partir de 1932. Era um 3,6 litros de 65 cv. O nome "flathead" ainda não havia ganhado fama, mas foi essa solução técnica que ajudou a popularizar o V8. Os blocos com cabeçote plano tinham as válvulas ao lado dos cilindros, em vez de ficarem no topo do cabeçote. Essa configuração reduziu sua complexidade, barateou a fabricação e fez com que interessados em customização preferissem oV8 flathead em seus carros, fomentando a cultura dos hot rods e uma guerra por potência que passou 50 anos sem dar sinais de cansaço. O fascínio pelo automóvel, a bonança econômica do pós-guerra e até a topografia do interior dos Estados Unidos ajudaram a inserir o V8 na cultura americana.

Nos anos 50, uma década abastada, o V8 equipava praticamente todos os carros, de diversas aplicações. O leite era entregue em domicílio em vansV8 e os endinheirados descobriam o Corvette, que deslanchou em 1955 com um V8 de 198 cv. O small block da GM e o flathead da Ford eram abundantes, resistentes e tolerantes à preparação. Os americanos se renderam de vez à competição automobilística e multidões se amontoavam nos autódromos ou no deserto de sal de Bonneville para assistir a equipes tentando bater recordes de velocidade.

Potência e design eram prioridades das fábricas. As montadoras queriam atender um público jovem, que não via atrativos no estilo da década anterior. Foi nesse cenário que surgiram Pontiac GTO, Ply- mouth Barracuda, Buick GSX e Chevrolet Chevelle, que tinham em comum o visual agressivo e, claro, os V8, que entregavam o que a clientela queria.

A crise do petróleo e o consequente aumento dos preços dos combustíveis exigiram a readequação da indústria. No Brasil, o baque matou o V8. "O Dodge Charger era desejado e caríssimo, mas a alta nos preços da gasolina fez com que as pessoas o vendessem a preços módicos", diz Alexandre Badolato, especialista no modelo. "Na década seguinte, era comum o Charger ser abandonado na rua pelos donos."

Neste ano a Ford atiçou os cavalos e lançou o mais potente Mustang V8 de série, com 670 cv sob o capô. Ao lado da série especial que homenageia Shelby, a tropa mostra que o V8 tem disposição de sobra para continuar seu caminho, em alto e bom som.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Vela: coração da ignição.



Com combustível, basta uma faísca para iniciar fogo. No caso dos motores, essa centelha elétrica vem das velas. Feitas em cerâmica e materiais metálicos, ficam na parte superior da câmara de combustão e geram energia térmica para o início da queima da gasolina ou etanol, resume ISMAR LEGER, Diretor da PROVIDENCE AUTO CENTER.

COMO FUNCIONAM


As velas geram centelha para permitir um processo de combustão localizado. Depois da energia inicial, a combustão se autossustenta.

PRINCIPAIS FALHAS


Problemas que afetam a vela fazem o componente entregar centelha fora do padrão, o que implica em consumo maior de combustível e falhas no motor. Por estarem sujeitas a altas temperatura e pressão – até 2.000°C e 50 kgf/cm² –, sofrem desgaste nos eletrodos (responsáveis pela ignição), o que se deve também a vibrações e ao processo de corrosão em condições normais de uso. O resultado é a folga do eletrodo. Folga maior implica em tensão errada na hora de gerar a centelha. Folga menor (mais comum) gera centelha pequena ou inexistente. O óleo do motor, consumido em excesso, pode carbonizar e reduzir a folga na vela.


MANUTENÇÃO

Se há depósito de materiais no eletrodo, as velas podem ser limpas, sem necessidade de troca. Mas Ismar Leger alerta que esse depósito tem sempre causa, e é preciso eliminá-la. Eletrodos desgastados ou anormalidades implicam em troca das velas.
A vida útil varia com o modelo, mas a recomendação geral é trocar a cada 30 mil quilômetros.

RISCOS

Sem reparo ou troca das velas, motor funciona de modo irregular, consome mais combustível e emite mais poluentes, como monóxido de carbono e hidrocarbonetos.